Refletindo o Cotidiano na Perspectiva de Deus
segunda-feira, 7 de julho de 2025
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
Não permita que as cicatrizes sentenciem quem você deve ser
Um dos maiores desafios da natureza humana é o ato de parar, analisar suas ações, ser honesto na auto avaliação, reconhecer suas falhas e se dispor a uma mudança de rota comportamental.
Carregamos uma herança de vida, experiências de uma infância, adolescência e juventude que nem sempre nos ajudaram quanto ao caminho de bons exemplos de comportamento, relacionamento e decisões.
Não devemos negar nossa história passada, aquilo que compõe quem somos, os maus bocados que nos tornaram os amáveis rudes de hoje, ou até mesmo, os bons momentos escassos e raros numa linha de labutas e dedicação em crescer, sobreviver, vencer (nos termos que nos foram embutidos a essência da palavra). Somos o que vivemos, as marcas são nossas, as lagrimas são nossas, tais manifestações da alma em momentos de dor e também nos de superação, de realização, de conquistas emocionais, intelectuais e também financeiras.
O desafio não é contar a história que nos orgulha por uma superação e conquista, seja lá o que conquistamos. Também não é a comiseração por tudo que vivemos. Mas o desafio é entender que foi-nos permitido viver tudo que vivemos e os vitoriosos são aqueles que dentro de suas marcas conseguem escolher as que perdurarão em nossas almas e as que devem ser cobertas, superadas, colocadas à disposição do remédio mais forte que conhecemos, o perdão. O desafio é não permitir que as marcas desagradáveis nos impeçam de celebrar as coisas boas que vivemos e alcançamos nessa vida. Esse estágio da alma não pode ser conquistado apenas pela força de vontade, ou pela dedicação em conhecer a si mesmo.
Essa labuta interior que cada um carrega, ou trava, se torna possível e encorajadora, quando entendemos a pessoa que é o maior exemplo de vida em amor, humilhação em prol de outros, perdão e compaixão. Esse exemplo nos garante que "se alguém está nEle, é uma nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas!" conforme escreve o Apóstolo Paulo em sua segunda carta endereçada aos Coríntios, capítulo cinco, versículo dezessete. É obvio que estamos falando de Jesus Cristo. NEle nosso fardo se torna suave e o nosso jugo suave.
Portanto, há um modelo a ser seguido. Alguém que mesmo vivendo experiências amargosas não se tornou amargo; alguém que mesmo maltratado não maltratou, antes amou e perdoou; Alguém que se humilhou, teve compaixão e se entregou por amor a quem não merecia. O que nos define não são as marcas do mundo, mas sim as marcas de Cristo em nossas vidas: Amor, humilhação, perdão, compaixão, sacrifício.
Que Ele nos ajude a superar e seguir os Seus passos.
Pr.Abnaildo Durães
segunda-feira, 13 de maio de 2024
MINHA FAMÍLIA NO CAMPO DE AÇÃO - MISSÃO DE DEUS
MINHA FAMÍLIA NO CAMPO DE AÇÃO - MISSÃO DE DEUS
Uma das questões mais importante para refletirmos sobre a família, está no sentido maior pelo qual o Senhor nos deu a mesma. É claro, evidente, o que a Bíblia nos traz quanto a nossa responsabilidade diante da família. Família é um Presente que o Senhor nos Entrega para Cuidarmos dele todos os dias de nossa vida.
Quando a Bíblia traz a ordem de Cristo na Grande Comissão, os evangelhos nos trazem a dimensão dessa expansão de forma clara: Jerusalém, Judéia, Galileia e até os confins da terra. Olhando esse texto, podemos sim, entender não apenas territorialmente, mas também emocionalmente. Seria como ouvir de Deus: “Comece em casa e vá até onde Eu te mostrarei”. Sendo assim, olhamos a ordem para fazer discípulos começando em casa, nós precisamos viver intensamente para Deus e discipuLAR.
Fazer discípulos de Cristo dentro da nossa casa,
nossa família é nosso primeiro grupo de discipulado. Nossa família é nosso
primeiro campo missionário. Nossa família precisa da nossa dedicação em ensinar
a Palavra, em mostrar exemplo de vida na Palavra.
Desafiamos você a dedicar esse mês à sua família, adote o culto no Lar, leve sua família para ouvir sobre temas importantes nas programações das Igreja que utilizam esse mês como o mês da Família. Quanto ao mais, que aprendamos juntos como tornar nossa família ativa em Deus em dedicação na Missão da Igreja, eficaz em seu campo de ação.
Pr. Abnaildo Durães
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
Disposto a ver todos mudarem, menos eu
Respondeu Jesus:
"Digo-lhe a verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito." João 3:5
Transformação, Metanoia (mudança de direção, mente), Regeneração. Termos que tentam, as vezes até conseguem em certas proporções, descrever o que é uma nova vida com Deus por meio da Salvação obtida em Cristo Jesus. Mudança de comportamento seria uma expressão mais geral. "Aquele que roubava, não roube mais, etc..."
Em nosso contexto, assim como em contextos diversos na história do Cristianismo, encontramos pessoas e mais pessoas que "parecem" não ter entendido o chamado que Jesus fez ao Seu povo: Ter uma nova vida, modificar os comportamentos que são contraditórios à Sua Palavra. A consequência dessa visão torpe, nos dias de hoje, são igreja (templos) cheios de pessoas que pensam estar servindo ao Senhor conforme o Seu chamado, mas na verdade estão apenas transmitindo o chamado para que outros possam atendê-lo, porém, não vivem a prática da vida Cristã que Jesus ensinou.
Cada vez mais vemos a Igreja chamada: Igreja Ativa, Avivada, Missional e etc... tendo dificuldades em levar seus membros à uma vida de intimidade com Seu Deus, deixando seus pecados e passando a agradar a Ele, conforme o Breve Catecismo de Westminster nos orienta na sua pergunta de número 4 (Qual o fim principal do homem? Resposta: Glorificar a Deus e Alegra-lo para sempre). Confundindo como sempre o SER de Deus com o apenas FAZER pra Deus. Quem vive para SER de Deus, naturalmente FARÁ o que está no coração de Desu segundo a Sua Palavra. Porém, que vive apenas no FAZER para Deus, esses continuam com suas vidas distantes de Deus e usam a Religião como apenas ou uma forma de penitencia por suas prática erradas ou buscando uma prospecção pessoal diante dos outros. Mateus 7.22 e 23 - Muitos me dirão naquele dia: 'Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?' Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
O FUNDO DO POÇO REVELA QUEM NÓS SOMOS
O fundo do poço? Que poço?
Se a alegoria nos permitir, podemos então pensar: Poço da saúde
material financeira, ou da vida saudável fisicamente e mentalmente, ou saúde emocional.
A Bíblia nos traz um belo exemplo em 1 Samuel 30, acontecido com Davi e seus
homens, esse aponta para terceira opção de fundo do poço citada acima.
A pergunta que deve ser feita ao chegarmos no fundo do poço, seja qual
for ele, é: E agora Senhor, o que devo fazer? fico nessa situação de lamento?
Ou eu saio dessa situação e vou em busca resolver, reconquistar, reconstruir? A
luta será sempre sobre a mente questionadora e o emocional abalado que mata a
autoestima: Será que você conseguirá?
É interessante olhar a história do homem segundo o coração de Deus em
uma das situações mais difíceis da sua vida.
De forma simples e bem superficial, percebemos que o fundo do poço pra
Davi gerou 2 sentimentos difíceis de serem trabalhados com coerência e clareza:
FRACASSO - Por questão de honra, Davi que estava morando de favor em
uma das cidades de propriedade dos Filisteus, Ziclague, se vê na situação de
deixar as mulheres, crianças e idosos sem a proteção dos seus exército. Sai
então e volta caminho de três dias, isso porque os filisteus que estavam indo
ao encontro batalha do povo Deus e temeram que Davi se rebelasse e ajudasse o
povo de Deus. Então dispensado da atitude honrosa, Davi volta com seu exército
e encontra a cidade de Ziclague queimada e o povo levado prisioneiro. Davi se
enxerga um fracassado e por essa razão, também, chora até perder as forças.
CULPA – O exército composto de homens fieis a ele em diversas lutas,
agora, após chorarem até perderem suas forças, culpam Davi pela perca e ameaçam
apedrejá-lo. Davi passa por mais uma descarga de sentimento de culpa. Se sente
culpado, se vê ameaçado.
Mas, como dissemos no tema, o fundo do poço revela quem nós somos.
O fundo do poço revela nossas crenças, nossos valores, onde colocamos
nossa segurança, onde está ancorada nossa alma, nossos sentimentos,
pensamentos, desejos mais profundo e nossas escolhas.
O fundo do poço revela um Davi que em meio a toda essa dor que estava
vivendo, confiava e dependia da sua fé em Deus. O texto diz que em meio as
ameaças, Davi vai até a única pessoa naquele lugar que podia invocar ao Senhor
e pergunta para Deus: Subiremos em busca das nossas famílias Senhor? Alcançá-las-emos?
Ele estava pronto a buscar o desejo do seu coração, mas submeteu esse coração à
diretriz dada por Deus.
Dificil situação, mais difícil ainda é parar diante do fundo do povo e
não se desesperar, é parar diante da situação, onde não enxergamos a luz no fim
do túnel e confiar que a orientação do Senhor deve ser seguida ainda que nos
custe chorar as percas.
Diante dessa história Bíblica devemos lembrar que o fundo do poço nos
dirá quem somos ou nos revelará. Então:
1. Cuidado, confiar em Deu não garante que tudo acontecerá como
desejamos ou planejamos. O excesso de confiança nos faz tomar decisões que nos
gera perca, pense nisso. Temos obrigações de honrar, mas temos obrigações de
proteger o que é nosso.
Davi ouviu do Senhor que deveria buscar e
recuperar as famílias, como de fato aconteceu. Mas quando ele se coloca em um
questionamento a Deus, Deus poderia ter dito não e ele teria que viver com tudo
aquilo.
Pr.Abnaildo Durães
quarta-feira, 15 de março de 2017
SER O SEGUNDO EM TUDO, ALVO INALCANÇAVEL
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Sacrifícios de uma vida como plumas ao vento
Em Cristo,
Pr.Abnaildo Durães
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
ESCOLHENDO O LADO PERIGOSO DA VIDA
Dizer não a um convite ao prazer não é fácil. O vício traz o prazer momentâneo. Mas todo vício cega o entendimento, faz escolhê-lo mesmo quando leva a tirar a qualidade de tempo para a família, mesmo quando faz deixar de lado o relacionar-se e caminhar ao isolamento. A cegueira tem levado pais de família ao alcoolismo, tem levado casais à traição, filhos à decadência emocional e profissional, muitos à prisão, outros a culpa por tirar a vida dos que amam. Uma dança aparentemente prazerosa mas com seu final de destruição e desgraça.
Afinal, você está disposto a escolher não apenas uma dança, mas a ter um relacionamento intenso com Aquele que mais te ama? Vinde a mim todos os que estais cansados de carregar suas pesadas cargas, e Eu vos darei descanso (Mateus 11.28). Esse convite é feito a todos para realizar-se no cenário mais importante, a realidade. Com a paisagem mais desafiadora e passível de ser repaginada, modificada a cada dia, a sua vida.





