Martin Luther King disse certa vez:
"O que me preocupa não é o
grito dos maus. mas o silêncio dos bons".
O nosso País
tem vivido nos últimos dias uma onda de manifestações. São de forma
diferenciada e distintas em seus propósitos e métodos. Desde a mais famosa
motivação “Não é pelos 20 centavos”, onde ouve quebradeira, violência, saques e
etc. ou a manifestação pacífica para apoiar um suposto ou possível impeachment
da liderança maior nos dias de hoje.
Questiono-me
por vezes se esse é o sentido da frase de Luther King. O silêncio dos bons ou o
grito dos maus? Ficando em uma “sinuca de bico” como dizem, preciso colocar
essa verdade no contexto do coração do autor. A preocupação gerada era
referente a opressão e não manifestação dos bons diante de uma maioria má
quanto aos seus direitos ou quanto a verdade maravilhosa de que estavam munidos?
É certo
que bom há um só que é Deus, conforme resposta de Jesus ao jovem rico (Mateus
10.17,18), mas podemos entender o que de fato era o cerne da questão colocada
por Luther King: Cada vez mais, ficamos preocupados não apenas com a sociedade
que se corrompe cada vez mais, mas, nos preocupamos mais ainda, quando os
Cristãos se calam diante da necessidade de um mundo que não entende a Salvação
em Cristo.
Atos 18.9, há uma resposta quanto a
falar diante das dificuldades proferida ao Apóstolo Paulo "Fale e não te
cales, eu serei contigo". Olhando o Antigo Testamento, observamos o texto
clássico de Josué 1.1-9, onde a ênfase é não te desvies e não "cesses de
falar desse livro da Lei". Tantos e tantos outros textos nos levam a
entender que o silêncio da Igreja é uma estratégia de satanás para piorar uma
sociedade corrompida. Podemos pensar de forma Calvinista e entender bem que a
salvação compete a Deus, Ele sabe os que são dEle. A nós cabe apenas o falar da
Palavra de Deus "em tempo ou fora de tempo".
Como os que “entendem” devem
proceder? O plano é de Deus e portanto não faço nada além do que me foi
proposto. Preciso entender não apenas na simplicidade de vida mas na dedicação
de vida em falar, mostrar o exemplo, dar testemunho que vivemos com Cristo e
para Cristo. Cabe-nos sim, ser mais incisivos na demonstração de vida baseada
na Palavra de Deus para que o mundo saiba o privilégio de sermos dEle todos os
dias e cada dia mais que o outro.
Portanto queridos, faça um breve
questionamento sobre como anda sua vida com Deus e a aplicação dos Seus
ensinamentos no dia-a-dia.
1. Você
fala de Cristo sempre que tem oportunidade?
2. Você
procura gerar essas oportunidades par falar dEle?
3. Você
ora a Deus pedindo a Ele para colocar oportunidades na sua vida de Testemunhar
dEle?
São pequenos questionamentos que nos
levam a não deixar o silêncio chegar a nós. Falar de Deus, do Seu Filho, do
Plano de Salvação, precisa ser uma prioridade em nossa vida. Ore mais, leia a Bíblia todos os
dias, tenha seu tempo de devocional todos os dias, exercite o pregar o
evangelho. Peça ajuda se tiver dificuldades. Mas, não silencie diante das
"pedras que clamam".
Deus tenha misericórdia de nós.
Em Cristo,
Pr. Abnaildo Durães
Falar da palavra de Deus é obrigação de todo cristão. Conhecer a Deus, amá-lo acima de tudo e buscar a palavra deve ser sempre prioridade em nossas vidas, para que possamos pregar o evangelho a toda criatura.
ResponderExcluirIsso mesmo.
ResponderExcluirMas, parece, que muitas vezes esquecemos essa ordem de FAZER DISCÍPULOS, e nos acomodamos.
Que Deus tenha misericórdia de nós e nos disperte para falar sempre!!!